Clipping 23-08

STF: COLLOR VIRA RÉU NA LAVA JATO POR CORRUPÇÃO PASSIVA, LAVAGEM E ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA 

A 2ª turma do STF, por unanimidade, recebeu em parte denúncia contra o senador Fernando Collor, nos termos do voto do relator, vencido o ministro Gilmar Mendes apenas no ponto que concerne ao momento de exame da continuidade delitiva.

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JAPÃO ACABOU COM DISTRITÃO PORQUE ERA CARO E ‘ESTIMULOU CORRUPÇÃO’

Uma das mudanças mais polêmicas no texto da reforma política aprovada pela comissão da Câmara dos Deputados – e que começa a ser votada no plenário nesta terça-feira – é a mudança do sistema eleitoral para o “distritão”, um modelo que funcionou no Japão do pós-guerra até o começo dos anos 1990, mas foi extinto por causa do aumento dos gastos e pela inviabilização do debate político.

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PGR PEDE SUSPEIÇÃO DE GILMAR MENDES NOS HCS DE JACOB BARATA FILHO E LÉLIS TEIXEIRA

O procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, suscitou à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, duas arguições de impedimento, suspeição e incompatibilidade do ministro Gilmar Mendes, relator dos HC 146.666/RJ e 146.813/RJ, respectivamente dos empresários Jacob Barata Filho e Lélis Marcos Teixeira. As petições foram encaminhadas nesta segunda-feira, 21, a pedido dos procuradores da República da força-tarefa da operação Lava Jato no Rio de Janeiro.


EMPRESÁRIO ADIR ASSAD ASSINA DELAÇÃO; PF APONTA LIGAÇÃO DELE COM JBS

O empresário Adir Assad, réu em ações penais derivadas da Operação Lava Jato no Rio e no Paraná, onde está preso, assinou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal nesta segunda-feira (21).


SUPREMO NEGA RECURSO DE PAULO MALUF PARA PROLONGAR PRAZO DE PROCESSO

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal negou recurso do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) para prolongar prazo de processo em que é acusado de falsidade ideológica. Nesta terça-feira (22/8), o colegiado desproveu, por unanimidade, agravo regimental interposto pela defesa do político contra decisão do relator da ação penal, ministro Luiz Fux, que indeferiu pedido de reiteração de diligência. Fux entendeu que o pedido era meramente protelatório, tendo em vista ausência de nexo lógico causal entre a diligência e o objeto da investigação.

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